Entrevista do Studio Seasons

Já pode ser lida a entrevista que demos para o blog Shoujo Café.
Agradecimentos a Valéria Fernandes pelo espaço ^___^

Entrevista parte 1

Entrevista parte 2

 

 

 


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Zucker na Folhateen

Saiu na Folhateen de 24/08/2009, última segunda-feira, uma nota sobre a série Zucker.


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Zucker nas bancas!

Já está nas bancas a edição 43 da Neo Tokyo contendo o capítulo de estreia de Zucker.

Zucker também já tem um site: http://www.studio.seasons.nom.br/zucker


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Zucker na revista Neo Tokyo

O Studio Seasons informa que sua nova série Zucker estreará na revista Neo Tokyo 43. É uma história em estilo shoujo composta de onze capítulos, que se passa no sul do Brasil e conta como a jovem Dora Zuckermann herda a confeitaria de sua avó, Greta, juntamente com alguns de seus segredos.
Os capítulos da série são em três páginas e foram preparados exclusivamente para a revista Neo Tokyo, utilizando o mesmo conceito de mangás feitos sob encomenda da NewType japonesa. O roteiro é de Montserrat e a arte de Simone Beatriz.


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Diagramando quadrinhos

Quem faz a diagramação afinal? O roteirista ou o desenhista? Um assunto que deixa muita gente de cabelo em pé, pois, se para uns, receber o roteiro junto com o modelo das páginas pré-diagramadas (rafe) é “desenhar com Deus”, para outros é um verdadeiro pesadelo; poda totalmente sua visão da obra.
O fato é que temos duas situações: em alguns casos, certos desenhistas têm dificuldade de diagramar ou não muita experiência na tarefa, por isso, cai muito bem um roteirista que já prepare o rafe para ele (principalmente se este for bom em fazer isso!)
Contudo, para outros desenhistas isso é um problema que pode cortar sua criatividade e dificultar sua visão da obra. Dar liberdade ao desenhista é importante, principalmente se ele tem experiência na criação de rafe… e mesmo quando não tem! O certo é um trabalho conjunto de ambos, não uma disputa de cabo-de-guerra!
É importante que o roteirista conheça a arte do desenhista para explorar bem suas possibilidades, do mesmo modo que é muito proveitoso para o desenhista ler e conhecer o estilo do roteirista a fim de poder construir com precisão o universo que comporão juntos!
Aqui no Studio Seasons, trabalhamos com uma fórmula simples de atuação em conjunto.
Como roteirista, não preparo rafes, pois sei que todas as desenhistas são plenamente capazes de diagramar suas páginas sem uma pré-definição minha. Para que isso funcione bem, no ato da preparação de um roteiro, eu já direciono a história com vistas num artista em questão e, conhecendo suas capacidades, posso montar os diálogos e as cenas com todos os recursos que ele pode fazer.
Existe também um período de apresentação da história, onde nos reunimos para ler o texto e discutir cenas que, por ventura, não tenham ficado bem definidas ou necessitam de algum aprimoramento. Trocamos ideias e tiramos dúvidas.
Tendo passado por essa etapa, o roteiro passa para as mãos da desenhista e aí fica a cargo dela toda a arte, que é observada durante o processo de confecção.
Acho a intervenção um processo que deve ser discutido antes, no roteiro, e durante os rascunhos do rafe, nunca depois de pronta a arte, a não ser que algo deva ser mudado por força da situação.
Desse modo, ocorre uma boa interação entre ambas as partes e não há perda de criatividade nem desgaste desnecessários.

Aqui do meu cantinho!


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Aviso aos navegantes: Tablet não faz milagres!

Sim, aviso importante: tablet não é santo milagreiro.
Resolvi postar isso depois de ver a quantidade enorme de pessoas que acreditam que tendo uma tablet na mão, conquistarão o universo da arte. Ho,ho,ho…
Aliás, devo ressaltar que esse é um mal que se estende no mundo digital como um “mito”: o de que os programas fazem tudo, que com eles, o problema se resolve.
A coisa não é bem assim…
O fato é: programas gráficos e seus acessórios, como no caso da tablet, ajudam a dinamizar um trabalho, mas não são muletas para se ter talento ou criatividade.
O artista em si, já deve possuir esses atributos na sua bagagem, pois se não sabe desenhar, pintar ou criar, não será o programa que fará isso.
A tablet é apenas uma “caneta digital” e quem faz a arte é a “mão” do artista, não a caneta. Além do mais, muita gente nem sabe que a tablet é projetada para ter diversos tipos de resolução. Essa resolução é que controla a sensibilidade da pressão da caneta e sua conseqüente precisão no uso. Portanto não é bom imaginar que ela tem a sensibilidade de um lápis – ele, por mais rústico que seja, capta nossos mais ínfimos movimentos; a maioria das tablets, não.
De qualquer modo, desenhar, fazer tinta, pintar são habilidades que o artista deve possuir, pois a caneta digital não sabe fazer nada sozinha – ela apenas faz o que nós fazemos, reproduz seu comandos, seja em movimentos, seja em ações de um programa – ela é um simpático “papagaio de pirata digital” ^_____^
Mas é claro que, mesmo para os experientes, mexer com uma tablet exige algum treino até você se acostumar com o manuseio e a noção espacial de sua tela avulsa, como quando a gente pega um mouse pela primeira vez.
A combinação da habilidade do artista com a precisão da tablet adequada e o uso correto das ferramentas dos programas, estes sim, fazem com que o trabalho seja potencializado e tenha seu tempo otimizado.
Máquinas não fazem milagres. O homem é que os faz com seu talento, afinal.


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Oficina gratuita de HQ para iniciantes

Oficina de HQ

Todas as quintas-feiras

Para jovens a partir de 12 anos.

Local: salão multiuso ao lado da biblioteca Portuguesinha. Av. Jósé Lourenço Neves, s/n – Bom Clima – Guarulhos / SP

Início : 23/07/09

Horário: 13:00 hs às 15:00 hs

Arte-educardor: Rodrigo Motta.

Informações pelo telefone da biblioteca:
(11)2229-5639


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Segunda Oficina de Mangá


A segunda oficina de mangá da Biblioteca Portuguesinha, ministrada por Montserrat, a coordenadora do Studio Seasons, ocorrerá nos dias 15, 22 e 29 de Agosto das 09 às 12:00. O curso é gratuito e abordará roteiro, diagramação e produção de páginas de mangá. Serão 20 vagas disponíveis e as inscrições serão feitas de 4 a 14 de Agosto, no local. Para fazer as aulas é necessário ter mais de 12 anos e noções de desenho. Para outras informações basta ligar na biblioteca no número (011)2229.5639. A biblioteca fica na Av. José Lourenço Neves, s/n, dentro do parque Onofre Miranda – Bom Clima – Guarulhos.


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Samurai Executor (Kubikiri Asaemon) – Kazuo Koike & Goseki Kojima

Nesta série, a dupla Koike e Kojima – criadores de Lobo Solitário e Yuki, entres outros títulos – contam diversos episódios da vida de Yoshitsugu Asaemon Yamada III, um dos executores da prisão de Edo, cuja família serviu nessa função por diversas gerações.
O traço é característico das obras posteriores executadas por eles, seguindo, de modo impecável, o conteúdo histórico deste trabalho e dando o tom sério do mesmo. O desenho tem forte estilo classicista e a arte-final possui uma grande utilização de pincel.
Além de usar o recurso de uma personagem histórica, Samurai Executor conta com uma boa pesquisa e uma ambientação bem feita (embora possam se encontrar alguns escorregões nas vestimentas). A narrativa mostra com muito equilíbrio a concepção budista de “transitoriedade das coisas e da vida” numa linguagem bem compreensível e, ao mesmo tempo, zen.
De qualquer forma, é uma leitura obrigatória para aqueles que desejam aventurar-se no gênero histórico/Japão Feudal e, assim, poder avaliar o tanto que é necessário se pesquisar para produzir um texto que reúna conteúdo e bom entretenimento.


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1945 – Keiko Ichiguchi

Inspirado na história real dos irmãos Sophie e Hans Scholl, que lutaram contra o regime nazista durante a Segunda Guerra Mundial, este oneshot conta a vida de Ellen e seu irmão Max nesse conturbado período da história da Alemanha.
A suavidade do traço de Keiko Ichiguchi, com seu estilo que foi bem peculiar nos anos noventa, pode não ser do gosto de todos, mas o cuidado com a reconstituição histórica e a similaridade com as personagens reais, nos quais foram inspirados, é muito bem feita. Os questionamentos das personagens são bons o suficiente para conduzir a trama da história e passar, àqueles que nunca tiveram contato com esses acontecimentos históricos, uma idéia do que acontecia na cabeça dos alemães do ponto de vista “do outro lado da guerra”.
Por se tratar de um volume único, não encontraremos um aprofundamento maior da história, mas vale a pena, não apenas como leitura introdutória desse tipo de tema para as pessoas, mas também como exemplo de que mesmo em um oneshot pode-se contar histórias importantes e… verdadeiras.


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