Workshop

O Workshop da III Semana de Quadrinhos, ocorrido no Sesc Madureira, no último dia 31 de Outubro, que tratou sobre produção avançada de mangá, foi um sucesso. Muita gente teve de assistir do lado de fora do recinto e a concentração foi total. Agradecemos a organização do evento e ao pessoal da UFRJ que se dedicaram ao máximo para o sucesso desse empreendimento.


Studio Seasons: Montserrat, Simone Beatriz e Sylvia Feer


Montserrat ministrando o workshop


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15ª Fest Comix

Este ano, o tradicional evento da Comix foi programado para os dias 17, 18 e 19 de Outubro. Estivemos lá no sábado e pudemos conferir o movimento local, assim como algumas das atividades. Havia muito material a preços bem acessíveis e curiosidades interessantes para os amantes de quadrinhos em geral. Batemos um papo com Júnior Fonseca, editor da revista New Tokyo e da editora NewPop, responsável, no evento, pela parte cultural, e podemos esperar algumas boas novidades para 2009. Também estivemos conversando com Carlos Costa e Leonardo Vicente, da HQM, que palestraram no evento e contaram os planos de lançamentos para o ano que vem. O ambiente estava muito bom e havia um estande da equipe do 4º Mundo onde se podia conferir o material do grupo. A única coisa que faltou mesmo foram cadeiras para sentar…tinha muita gente largada pelos cantos, mas não faltou Muppy!  As filas dos caixas estavam grandes e poderiam ter posto, talvez, um ou dois a mais para aliviar a espera, mas de resto, tudo foi bem planejado para o público – os funcionários eram solícitos e estavam preparados para auxiliar os consumidores, o que facilitava muita as buscas por itens cobiçados.
Esperamos que o evento mantenha esse ritmo e tenha um aumento de visitantes cada vez maior! Congratulações a equipe da Comix pelo trabalho.


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Anime Mania

Será realizado nos dias 08 e 09 de Novembro a sétima edição do Anime Mania no interior do Rio.
Local: Colégio ICT
R. Alberto Rodrigues, 39
Jardim Amália
Volta Redonda/ RJ

Para maiores informações falar com Sahra no e-mail: sahrabr@gmail.com ou pelo telefone (24) 9223.1692


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Workshop do Studio Seasons na III Semana de Quadrinhos da UFRJ

Olá, pessoal!

O Studio Seasons informa que estará ministrando um workshop na III Semana de Quadrinhos da UFRJ, com o tema: Mangá – metódos de composição e a produção nacional. O workshop ocorrerá na sexta-feira, dia 31 de Outubro no local do evento: Sesc Madureira, das 18:00 às 22:00hs. Endereço: Rua Ewbanck da Câmara, 90 – telefone: (21) 3350-7744.
O evento será gratuito e aberto ao público interessado. Segue, em anexo, a programação completa do mesmo.

Debates:

28/10
QUADRINHOS: ARTE?
Muitas vezes a importância dos quadrinhos como manifestação artística não é bem compreendida. Pretendemos aqui discutir o lugar dos quadrinhos no universo da arte, suas relações com a comunicação, com o imaginário coletivo, identidade cultural e com o público.

29/10
MÍDIA DIGITAL E ARTE SEQUENCIAL
Será discutido o uso de diferentes mídias como meio de divulgação para as histórias em quadrinhos, os benefícios e desvantagens para os autores, além das perspectivas do mercado de HQ’s no mundo virtual.

30/10
QUADRINHOS E HUMOR POLÍTICO
O uso do cartum nos quadrinhos, charges e caricaturas é uma forma irreverente de exercer a crítica social. Essa discussão irá pautar a importância do gênero no Brasil, bem como suas diversas vertentes, do ativismo artístico até o humor editorial.

31/10
PUBLICAÇÃO DE HQ´s NO BRASIL
Muitos quadrinistas iniciantes encontram dificuldades para publicar seus trabalhos. O debate irá pautar as possibilidades para a publicação de material autoral, apesar da falta de investimento nesse setor no Brasil.

Esperamos vocês lá! ^________^


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Turma Da Mônica Jovem – Os caminhos dentro da produção nacional de mangá.

A vontade está lá. A idéia e os recursos também, mas faltaram elementos para que “A Turma da Mônica Jovem” fosse algo realmente novo.
Pode parecer um comentário negativo, mas não é. Como leitoras, apreciamos e admiramos o trabalho que Maurício de Souza fez durante todos estes anos. Como profissionais, temos de observar os pontos positivos e negativos desse novo trabalho.
Inicialmente, podemos dizer que não ocorrem grandes mudanças na estrutura da obra. Nunca imaginamos que as personagens iriam mudar seu traço drasticamente, o que provocaria uma grande descaracterização visual – e consequentemente, uma perda de alguns leitores, acostumados com a Turma da Mônica infantil. Mônica e seus amigos cresceram para ter um traço muito similar ao da Tina. Até aí, tudo bem, mas com certeza havia coisas que poderiam ser mudadas… e ousadas: a arte-final e a composição, por exemplo.
Pela capa, o material parecia prometer muito. O visual do Cebolinha e da Mônica estava realmente teen. Cebolinha, então, parecia ter crescido, ser mais “descolado” e até emanava um charme natural. Muito positivo. Mas a capa parece ter sido feita por outra equipe e temos essa impressão ao folhear o miolo. Nota-se, bruscamente, uma mudança na qualidade da arte (observem o perfil do Cebolinha na capa e seu equivalente na história), passando a sensação que tudo foi feito de modo muito corrido. A arte “em tinta” – que na verdade é vetor – muito apropriada para o traço infantil, tirou a sutileza de um desenho mais juvenil, dando o mesmo ar do material tradicional da equipe. Na capa existe um sutil trabalho com a espessura das linhas que praticamente some no conteúdo interno. A diagramação mudou um pouco, mas a composição ousou de menos e parece um pouco perdida. Poderiam ocorrer mais angulações de câmera, mas isto implicaria num desenho mais detalhado dos cenários (estes não mudaram um milímetro). Também houve erro de continuismo – notem como as “portas” no quarto da Mônica se movem, ou somem!…bom, talvez seja a cama que se mova? Quanto ao acabamento, aí se nota muitas falhas, infelizmente. O tipo de “retícula” usada não ajudou nem um pouco. Um programa como o Manga Studio resolveria isso bem depressa e cremos que existe dinheiro para adquirir tal software, com certeza! A gradação das retículas foi inadequada, assim como um excesso delas (muitas vezes houve uma aplicação indevida e no tamanho errado), sem falar nos “brancos” deixados para trás (partes de roupas sem retículas mesmo), reforçando essa impressão de material feito às pressas.
Quanto ao roteiro… bom, TDM cresceu, mas a história, não. Se houve uma preservação da imagem das personagens, mesmo elas tendo crescido, houve uma preservação do mental delas também. Quem lê esta revista tem a impressão de ler a TDM tradicional. Não houve um amadurecimento real. O grande problema não é a temática fantasia, na verdade – foi sua entrada repentina. Poderia haver uma introdução a todo universo juvenil que os cerca, seus anseios, seus objetivos. Coisas assim cativam o leitor para que ele, aos poucos, aceite um outro universo de possibilidades que poderá vir, a seguir. Na obra original foi assim: Mônica mostrava seu cotidiano e, com o passar do tempo, explorou um mundo de aventuras mais fantasiosas e muito divertidas.
O pessoal pulou essa etapa, como se isso fosse descartável, por esse princípio ter sido usado antes. Oras! Não vimos a Mônica crescer, por isso é vital para o leitor ver seu novo universo, mas não o é para o roteirista que a conhece muito bem. Teriam pecado nesse erro de estrutura?
Desse modo, é uma TDM simples e infantil com corpo adolescente que se apresenta diante do leitor, mas que, ironicamente, parece estar tentando se explicar o tempo todo por ter crescido. Notamos isso em momentos desnecessários, como no comentário da roupa vermelha, da dieta da Magali ou dos cabelos “novos” do Cebolinha. Isso já fora citado nas notas das personagens, não havia necessidade de repetir-se. Outras situações também parecem deslocadas como o pai da Mônica tendo um “surto” ao saber que Cascão toma banho (seria algo mais lógico para o pai do próprio fazer, mas preferiram fazê-lo escorregar no “nada”).
Muita perda de páginas com situações descartáveis, uma história fantasia num momento onde o leitor espera o novo mundo das personagens, e um mistério envolvendo os pais delas que nos faz pensar, sinceramente, que se podia passar sem isso.
Nem vamos comentar as gafes visuais do “momento Japão Feudal”. Isso se resolve folheando um bom livro de história do Japão.

O fato, em suma, é o seguinte: qualquer um que fizer algo que tem como rótulo “em estilo mangá”, sofrerá as inevitáveis comparações com o gênero. Independente do traço juvenil, isso não tira a responsabilidade de se fazer algo bem feito e com conteúdo interessante.
Achamos que a idéia é viável sim, mas esse material tem de ser muito melhor trabalhado para ganhar a consideração dos leitores e temos certeza de que existe uma estrutura que possa fazer isso. Maurício de Souza é capaz e não esperamos menos dele do que algo “muito bom”.
Tenho de citar algo que foi feito e merece um ponto muito positivo. TDM Jovem foi produzido e impresso no sentido de leitura ocidental. Isso mostrou maturidade com relação ao fato de ser um material feito aqui, primeiramente para os brasileiros, mesmo optando por usar técnicas orientais de composição e acabamento.

Pode-se afirmar que a TDM finalmente entrou no universo do mangá e isso nos aponta para um tópico importante: esse material será capaz de se adaptar bem às exigências do gênero, independente de vender o que vendeu? Afinal, não basta vender muito, tem de ser bom.
Se o material se adaptar, então haverá uma estrada mais ampla com um título de “renome” ajudando a puxar o carro “da produção de mangás no Brasil”? Pode ser um ponto positivo.
Se o material não se adaptar, a estrada continuará estreita e caberá a outros segui-la, sem um nome de peso ao lado.

O tempo vai nos dizer e, esperamos que Maurício consiga se sair bem nessa empreitada, pelo conteúdo e não apenas pela fama das suas personagens. O Brasil só terá a ganhar se esse trabalho for encarado dessa forma. ^_____^


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Utena – Chiho Saito & Be Papas

Com o título original de Shoujo Kakumei Utena esse shoujo de Chiho Saito é mais um de seus excelentes trabalhos. Do ponto de vista técnico o desenho é impecável como em todas as suas obras anteriores e posteriores (embora em seu trabalho atual, que está sendo publicado no Japão, já podemos notar um leve sinal de mudança no traço masculino, uma pena ). Chiho tem um grande domínio tanto no desenho quanto na diagramação sempre muito bem colocada. A angulação das cenas é excelente e suas retículas também dão um ótimo equilíbrio ao conjunto. Detalhe para os homens anatomicamente longos dela, que também tem mãos grandes, com dedos esguios – um recurso usado para compensar o tamanho. Mãos, definitivamente são o forte da mangaká que sempre as foca de algum modo em momentos chaves de suas histórias – um detalhe precioso e de bom gosto. É sempre uma boa referência para desenhistas de mangá. Seu traço cai muito bem em histórias românticas e de aventura. No quesito roteiro, Utena não é o que eu chamaria de sua melhor série, mesmo porque, até onde sei, essa é a única obra que Chiho Saito apenas desenhou e não escreveu, deixando isso a cargo de Be Papas. Talvez, por este motivo, seja o trabalho mais controverso da autora com muitas alusões a homossexualismo, mas pouca ação, nesse sentido. Seus outros roteiros sempre se focam em triânuglos amorosos e Utena sofreu uma leve fuga dessa tendência. A história é complexa mas segue a linha de ser bem amarrada como seus outros trabalhos. Creio que um dos pontos fracos na história seja a extrema insinuação das tendências sexuais das personagens e a pouca definição, de fato, das posições que estas assumem nesse sentido. Isso deixa o leitor um tanto desconsertado ou até, desinteressado. Por outro lado foi essa insinuação toda que fez Utena ser uma de suas séries mais populares no Japão a ponto de ser seu único trabalho a tornar-se animê. Mas o Japão é uma coisa, o Brasil é outra.


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XXX Holic – CLAMP

Excelente trabalho da Clamp, bem maduro e planejado. Embora alguns fãs reclamem do traço simples, é justamente esse traço que dá maestria à obra, feito para que o leitor se foque no roteiro e preste atenção nas mensagens. É o tipo de mangá que faz as pessoas pensarem no dia-a-dia usando um conceito clássico como espiritualidade. Detalhe para a arte sem retículas e o traço propositalmente longo – a Clamp, que tem aquela característica de ser um pouco desproporcional nos corpos masculinos, aqui, suaviza o estilo para deixá-los esguios e, com isso, nos remete a histórias como “O estranho mundo de Jack” ou “A Noiva Cadáver”. É um visual bem escolhido, o típico exemplo de traço adequado ao tema. Uma curiosidade sobre o roteiro de Holic é o fato de estar ligado a outro mangá da CLAMP: Tsubasa – Reservoir Chronicles. Basicamente englobam um mesmo foco – a alma – utilizando pontos de vista diferentes e sendo planejados para começar e terminar juntos. Quem os lê percebe que é comum encontrar personagens iguais nos dois e situações que ocorrem em ambos. Personagens como Yuko, Watanuki e Doumeki tem uma excelente construção psicológica. Outro trabalho da Clamp que possui características técnicas similares é Clover, ainda não publicado no Brasil.


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Colégio Ouran Host Club – Bisco Hatori

Inicio aqui a categoria análise pelo título Ouran, pois tenho observado que a net está carecendo um pouco desse tipo de material. Geralmente, as opiniões emitidas sobre os títulos vigentes nas bancas são de leitores que, ou são muito fãs da obra, ou, muitas vezes, não tem o olho treinado para observar os pormenores técnicos de um trabalho. Desse modo, retomo aqui uma tradição do Studio: analisar os títulos com o intuito de oferecer algumas opiniões extras para os interessados em aprender técnicas de mangá. Em tempo, selecionaremos outros títulos que possam ser considerados relevantes.
Colégio Ouran Host Club é um shoujo criado por Bisco Hatori e publicado no Brasil pela Panini. O trabalho de edição de Elza Keiko, assim como a tradução e adaptação de Karen Kazumi estão de parabéns. A capa recebeu um trabalho cuidadoso embora haja pequenos imprevistos na encadernação causados pelo tamanho das páginas, mas nada que não possa ser corrigido com o tempo. Tirando pequenas divergências de tradução e uma ocasional falha de escrita, o resto está impecável.
O problema de Ouran não está realmente na adaptação para o leitor nacional: está no próprio mangá. O roteiro começa com uma temática lugar comum: mais uma escola mirabolante, porém o pior é que a maioria das personagens é fútil e sem sentido. Em outras palavras, é um mangá difícil de ler, pois chega a ser cansativo de tão vazio de história. A autora começou com uma boa idéia (a dívida que fez a protagonista ingressar no clube ) que degringolou para um bobeirol meloso e cheio de recalques do que as japonesas, atualmente, acham “fofo”. Assuntos como sexualidade são abordados de forma fantasiosa e banalizada, e a própria personagem Haruhi é totalmente surreal com sua androgenia casual. O fato de ser confundida com um rapaz e não ligar é algo, no mínimo, exótico, soando como uma saída boba para um problema de roteiro mal resolvido.
O traço também não ajuda muito, a mangaká tem uma anatomia muito desproporcional – os mangás costumam ter estilização anatômica, é comum e quase regra, mas no caso dela, beira a deformação, com rostos chegando a ter a curva do maxilar cortada, dando a impressão que falta um pedaço. De sua arte a única coisa que se salva são os cenários e a aplicação de retículas, mas como ela tem quatro assistentes e mais três de reserva, “alguém” ali fez um bom trabalho. A diagramação é um pouco conturbada e existe uma poluição visual que chega a ser incômoda com tiradas demais fora da área das falas.
Sei que algumas pessoas talvez não gostem dessa análise, pois devem achar Ouran lindo! O fato é que estou fazendo um raio X técnico do trabalho e não dando uma opinião de fã. Levando em consideração que oito pessoas ao todo trabalharam em Ouran, a obra deveria ser algo um pouco melhor, provando que nem tudo que vem do Japão é tão maravilhoso assim, afinal.


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A Arte do Japão Feudal na Pinacoteca do Estado

Duas maravilhosas oportunidades de ver a arte do Japão Feudal de perto:
As 36 vistas do Monte Fuji de Utagawa Hiroshige
Dando continuidade às comemorações do I Centenário da Imigração Japonesa no Brasil, a Pinacoteca do Estado inaugura a exposição As 36 vistas do Monte Fuji. São 36 gravuras produzidas pelo pintor e gravador Utagawa Hiroshige – também chamado Ando Hiroshige (1797-1858), considerado o último grande professor de Ukiyo-e. As obras pertencem ao acervo do Museu de Ukiyo-e do Japão, na cidade de Matsumoto. Nos dias 3 e 10 de maio, foram realizadas palestras sobre a técnica e a produção do Ukiyo-e, às 15hs, no auditório da Pinacoteca.
De 03 de maio a 25 de maio de 2008

O Florescer das Cores: A arte do período Edo
Veja a exposição Florescer das Cores sobre artes tradicionais japonesas no período Edo (1603-1867). A mostra apresenta diferentes quimonos, adornos femininos, cerâmicas, artefatos em laca e indumentárias de samurais (incluindo espadas e armaduras).
Para quem tiver condições, existe um catálogo da exposição à venda na entrada da Pinacoteca. É uma edição com encadernação de luxo onde, além das imagens dos objetos em exposição, o interessado encontrará informações valiosas sobre a história das artes no Japão e imagens de alguns artefatos extras que não se encontram expostos. O preço é R$120,00
De 18 de abril a 22 de junho de 2008

Pinacoteca do Estado
Praça da Luz, 2 – fone 11 3324.1000
Abertas de terça à domingo, das 10 às 18hs. Ingresso combinado (Pinacoteca + Estação Pinacoteca): R$ 4,00 ou R$ 2,00. Grátis aos sábados.
Chegar é muito fácil, o metrô Luz tem uma saída que dá de frente para o local. Aproveitem o passeio, é um ótimo programa de fim de semana!


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Ronins na Neo Tokyo

A partir do mês de Maio, a série de tirinhas Ronins estará nas bancas publicada dentro da conhecida revista Neo Tokyo. Serão quatorze edições, onde o leitor poderá acompanhar as peripécias dos três ronins Kanezo, Migino e Taberu, que resolvem atuar como artistas no período da Restauração Meiji! Ronins já foi publicada nos EUA, fazendo sucesso dentro do Jornal Florida Review e agora, o público nacional, fã do gênero mangá, poderá conferir este trabalho desenhado por Simone Beatriz, com história de Montserrat.


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